sábado, 5 de novembro de 2016

Ocupada demais??
Faz alguns dias me encontrei com uma amiga, e perguntei como ela estava. Ela virou os olhos, olhou pra cima e em voz baixa suspirou: “Estou muito ocupada… muito ocupada…” Pouco depois, perguntei a mesma coisa a outro amigo. De novo, com o mesmo tom, a mesma resposta: “Estou muito ocupado, tenho muito o que fazer.”
Percebi também que uma das minhas rotinas diárias é revisar uma avalanche de e-mails. Estou constantemente enterrada debaixo de centenas e centenas de e-mail. Eu Já tentei algumas técnicas: respondi só pela manhã, não respondi aos fins de semana, e assim vai. … mas seguem chegando os e-mails, em enormes quantidades, até mesmo com os dois conteúdos num só. E as pessoas esperam uma resposta para estes e-mails. Agora, o resultado é que quem está muito ocupada sou eu.
A na maioria das vezes, estamos perguntando “Como está você?”
Não pergunto quantas coisas você tem por fazer, quantos e-mails tem para ler. Eu quero saber como você está agora, nesse exato momento. Diga-me. Diga-me que o se você está feliz, diga-me que seu coração está doendo, que você está triste e que precisa de contato humano. Examine seu próprio coração, explora sua alma. Mantenha essa conversa, esse contato. Tenha uma conversa saudável, aqui e agora.
William Butler Yeats escreveu uma vez: “É preciso mais coragem para espreitar os cantos sombrios de sua própria alma do que para lutar no campo de batalha.”
Tudo o que sei é que estamos perdendo a capacidade de viver uma vida plena.
Mas eu me pergunto se estamos dispostos a pensar sobre como fazer e como viver de forma diferente. De alguma forma, precisamos de um modelo diferente de organização individual, social e familiar.
Quero ter um tipo de existência em que podemos parar por um momento, olhar para os olhos das pessoas, tocar um ao outro. Eu estou tendo tempo para refletir sobre minha própria existência; estou suficientemente em contato comigo mesmo.
Não ignore quem te quer bem,quem te manda uma mensagem no celular. Ser ocupado demais faz com que as pessoas cansa e afasta da gente. Então me diz como você esta hoje?


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Um canal de TV.


Meus defeitos são muitos e, a essa altura do campeonato, vocês já devem conhecer todos. Os reais e os inventados por terceiros. Então, peço licença para papaguear meu real (talvez único) talento: quando se trata do controle remoto da TV, sou rápida. O gatilho mais rápido do oeste!
Sou capaz de acompanhar, ao mesmo tempo, filmes, jogos e noticiários. Vários deles. Ok, talvez não seja tão difícil: os filmes, com variações superficiais, contam quase sempre a mesma história. O mesmo vale para noticiários e jogos.
 Zapear é minha forma favorita de não pensar em nada. Com o tempo descobri que esta experiência, para mim tão tranquilizadora, pode levar à loucura quem queira assistir TV ao meu lado. Minha performance zapeando foi dificultada pela chegada da NET digital. Nela, rola um gap entre a saída de um canal e a sintonia do próximo. Fração de segundos que parece uma eternidade para meus dedos aflitos. No equipamento analógico não era assim. Engana-se quem pensa que as coisas só melhoram com novos sistemas operacionais.
Duas são as consequência mais imediatas desse apertar frenético de botões: (1) sou obrigado a trocar as pilhas do controle remoto com muita frequência e (2) fragmentos de imagens e frases sem aparente conexão ficam reverberando na minha cabeça muito depois que desligo a TV. Irradiação Fóssil.
Numa dessas, fiquei sabendo que dá pra comprar cheiro de grama recém cortada. Num programa sobre automóveis luxuosos, um designer italiano borrifava o aroma no seu escritório enquanto alardeava como o cheiro lhe trazia inspiração.
A TV já estava em outro canal e eu ainda especulava se o tal cheiro de grama cortada tem valor em si  mesmo ou se sua força reside em trazer à lembrança a grama outrora cortada. O tal perfume causa o mesmo efeito para quem nunca sentiu o cheiro que o corte da grama libera na vida real? Tem valor absoluto ou só como disparador de lembranças? Prazer inato ou gosto adquirido?
Quando dei por mim, já havia flanado por outros canais. Saí do design de carros esportivos para entrar no Reino Unido da FIFA, corporação cujos tentáculos fazem a ONU parecer coisa de criança: 
Da matemática futebolística ao amor-I-love-you dos filmes, novelas e canções num clicar de botão:
Ah, o amor! Acredito nele. Na sua forma mais pessoal e direta (eu e tu, olho no olho - que, por incrível que pareça, até pode nos amesquinhar) ou na forma mais abstrata (com todas as letras douradas e maiúsculas: amar a vida, nossos semelhantes, os animais... amar os raio de sol da manhã e do anoitecer... e a lua... e as nuvens que porventura esconderem os dois - o sentimento que afinaria todos os instrumentos e colocaria o mundo em harmonia, com trilha sonora de anjos tocando harpa).
 Mas, quer saber? Às vezes acho que o amor atrapalha. Ops, vou refazer a frase pra clarear: acho que, às vezes, falar muito nele e esperar muito dele atrapalha. Há situações em que bastaria um pouco de respeito e gentileza. Utopias podem se transformar em desculpas para a inação, tipo: já que não rola tudo, não quero nada. Uma inversão cruel de perspectiva. Quase uma cegueira.
Se falo isso do amor, dá pra imaginar o que eu falaria a respeito do ódio... mas raramente passo por esse canal.

FIM..

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Vou embora querendo alguém que me diga pra ficar. Estou sempre de partida, malas feitas, portas trancadas, chave em punho. No fundo eu quero dizer "Me impede de ir. Fica parado na minha frente e fala que eu tenho lugar por aqui, que não preciso abandonar tudo cada vez que a solidão me derruba.Me ajuda a levar a vida menos a sério, porque é só vida, afinal.".... E acabo calada, porque não faz sentido dizer tudo isso sem ter pra quem.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Mesmo depois de fechar a sete chaves um coração dilacerado, como pode o amor querer tocá-lo novamente, sem ao menos dizer a sua intenção? Sinceramente, isso causa um desconforto pitoresco dentro de mim. Uma dúvida que me dilacera. Se eu pudesse viver sem um coração, seria algo maravilhoso, mas isso é impossível, pois é dele que brota todos os outros sentimentos e não estou disposto a matar minha alegria por um ação inexistente ou confusão do amor.
Quero somente criar forças para resistir as tentativas desse amor psicológico.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

 “onde guardamos nossas esperanças?”. Desde que a ouvi lendo, me pego pensando nessa questão, que já respondi diversas vezes, de diversas formas. Hoje, olhando pela minha janela os pássaros se escondendo sob os telhados ou entocados em árvores para se recolherem da chuva, digo que, nesse exato momento, minhas esperanças estão em minha iminente partida. Então, guardo tudo de que preciso e amo em meu olhar, pois é a única coisa que levarei comigo.  O meu olhar é a bagagem mais cheia e, no entanto, mais leve que carregarei em minha viagem. Antes levava comigo o peso de pessoas, coisas, palavras não ditas ou ditas em excesso, agora, sei que tudo de que preciso é o meu olhar. Esse olhar generoso, esse olhar leve, que carrega cheiro de chuva; esse olhar libertador, que me diz que posso contemplar o jardim sem possuí-lo.   Talvez sinta falta de muitas coisas, talvez não sinta falta de nada. Acho mesmo que não sentirei falta de nada. Agora, só quero partir, só quero a mudança da partida. Só quero o olhar do futuro, de quem carrega consigo todas as esperanças que não cabem em uma única vida e, por outro lado, que guarda consigo toda uma vida que cabe num único olhar.
Crônica:  Raquel Castro.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Seis horas da manhã e a lua ainda brilhando no céu. Passos rápidos para pegar o ônibus vazio. O frio da manhã parece se enfiar por dentro da blusa e congelar meus ossos. Pessoas correndo de um lado para o outro, sempre com pressa, como se o tempo lhes cobrasse alguma coisa. A cabeça cheia e o coração vazio, um cheiro conhecido, perdido no tempo que me faz lembrar que desde sempre me sinto fora do mundo. Que nunca me senti parte de qualquer coisa que seja. Sempre deslocada, de qualquer ambiente em que esteja. A solidão se faz presente e o desejo de um abraço chega a doer. Pensamentos vão e vem, com uma velocidade tal que chega a me deixar zonza.O ponto chega e desço do ônibus rezando por algo melhor no decorrer do dia...

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Às vezes, encontro coisas tão parecidas com o que eu sinto, que me assustam. 



quarta-feira, 11 de maio de 2011

Tem coisas nesse blog que eu não consigo nem ler, mas apagar vai além do meu desejo. Algumas palavras perderam o sentimento e com ele o sentido, há uma linha que divide o amor do ridículo.
Mas como bem disse Cazuza: O amor é o ridículo da vida!

quarta-feira, 13 de abril de 2011


  Passei a noite em claros estudando pra prova da faculdade e de repente me peguei olhando álbuns escolares antigos, fotos de amigas que não vejo há algum tempo. Comecei a lembrar dos meus tempos de oitava série, que época boa.Lembro como se fosse hoje todas nós indo parar na sala da diretora por ter feito guerra de bolinha de papel dentro da sala,por ter posto super bonder nos bebedouros,o que é isso? meninas ou terroristas? brincavam os inspetores.Parece que foi ontem eu escutando: Dayse, vai direto pra sala ou então vai terminar o dia na diretoria, vou ligar pra sua mãe.E quando lembro da época que pensávamos que o nosso maior problema era o 5 tirado em matemática,que época maravilhosa,quanta inocência. Lembro como se fosse hoje o dia da nossa formatura, todo mundo com lágrimas nos olhos, com um sorriso no rosto, lembrando de tudo que aprontamos durante o ano inteiro, como ríamos naquele dia.E tinha também o nosso pior medo que acabou virando a nossa pior realidade: lembro que tínhamos o receio de que aquela amizade que achávamos ser pra sempre, no futuro não fossem apenas lembranças e que os contatos não fossem apenas projetos.Pois bem foi o que aconteceu, descobrimos que nossa amizade ainda dura para sempre,e que os contatos sempre serão projetos futuros,descobrimos também que temos problemas maiores do que uma nota baixa,e acabamos tendo que aceitar o fato de saber que a única coisa que nos restou daquela época , foi nada mais nada menos, do que as terríveis lembranças, aquelas que nós tínhamos tanto medo. Mas digo as vocês, sempre serão as melhores lembranças que eu vou ter, e digo mais vou leva-las em um lugar onde nada nem ninguém, nem mesmo o tempo será capaz de arrancar de mim.Como eu queria ter a mente que tenho hoje, e poder agradecer aos meus mestres por terem feito o que sou hoje e dizer com lágrimas nos olhos: Obrigada por tudo.

terça-feira, 29 de março de 2011

Eu e Janaina descemos do ônibus em São Paulo com o coração acelerado, sabia que aquele era o nosso lugar.
As pessoas que passavam por ali encantavam minha amiga Janaina de uma forma expetacular, os ares eram outros comparado com aquela cidade pacata da qual morava e foi ali, naquela sexta-feira que vivera 2 horas de emoção.
Ao entrarmos no primeiro vagão um vuco vuco de gente, sentia-se uma estrangeira, e naquela multidão avistara um moço com cabelos bagunçado, blusa xadrez azul, barba e óculos, ele estava com seu livro na mão e parecia não se importar em ler em pé, o olhar de Janaina não conseguiu disfarçar até que ele retribuiu, ela queria sorrir ou pelo menos falar um "oi" para aquele desconhecido, mas nada saia, ele parou de ler o livro ficara um pouco sem graça e logo se apressou para pegar o próximo metrô.
Janaina o perdera de vista só por um momento o destino tratou logo de traçar um laço. Ela ficara feliz por encontra-lo novamente, por sua vez sentara na frente daquele moço, ele continuara lendo seu livro, talvez uma ação de nervoso, ou não, Janaina não sabia ao certo, no entanto tentava controlar suas emoções, quis ter um papel e uma caneta ao alcance assim podia anotar seu telefone para que ele pudesse a encontrar, mas nada feito... Logo Eu e Janaina chegariamos ao nosso destino "estação são caetano" e daqui eles se perderiam, mas no fundo ela sabia que aquele fora o amor breve de metrô mais lindo.

sábado, 26 de março de 2011

Hoje abri minha gaveta com medo de encontrar a senha do maldito cartão de crédito, sinceramente não pretendia encontrar tanta coisa perdida. Papéis rasgados, algum lixo imundo, algumas contas, um boleto do dentista, cartas passadas. Alguns objetos, dois óculos escuros, duas carteiras, chaveiros de pelúcia e muita bagunça. Achei, achei a senha, deixei de canto e arrumei a gaveta, sorri, levemente, mas sorri. Uma gaveta com quase minha vida inteira, aquilo era pura saudade.

terça-feira, 22 de março de 2011

Uma Carta pra você!!!

Oi D., a última vez que te escrevi foi de Paris. Paris foi incrível. Os museus, os restaurantes, os hotéis. As pessoas? As pessoas nem tanto. Eu só consegui pensar em você. Não pensei naquelas pessoas, estrangeiras. Só pensava em você. Mas não vamos falar de você. Nem de mim. Afinal, o combinado era não termos mais nenhum contato por pelo menos alguns meses. Tempo. Tempo pra nós dois. Lembra? Um tempo para fazermos o que tínhamos que fazer. O que eu fiz? Fugi de você, pra ver se as ideias voltam ao lugar. As ideias não voltaram, muito menos eu. Peguei um avião em Paris e parti para a Turquia. Pois é, nunca te disse isso, mas sempre quis conhecer Istambul. Eu sei, você vai dizer que eu sou doido. Talvez eu seja mesmo. Esse negócio de ir as alturas, sentir-se pequeno diante de uma imensidão, de um horizonte que me faz muito bem,e eu estou falando sério. Quando eu chegar lá, te conto como está sendo a viagem. Na verdade eu não conto. Eu escrevo pra um dia te mostrar. Um dia quando nós dois estivermos realmente amadurecidos. Porque a gente sabe que ainda tem muito o que aprender. Que  esse tempo que a gente se deu é importante para os dois. Você sabe disso, não sabe? já desviei de tudo o que eu queria te contar. Queria te contar que estou partindo pra outra aventura. E quando voltar te conto tudo. Te conto até se em algum momento dessa fuga de você eu consegui te esquecer. E me conta um pouco de você. Como é que você está? E lá vou eu de novo fugir do prometido. É a última vez, eu prometo.

Beijos
R. M



Eu nunca entendi. Se você olhar para o céu agora, irá ver o mesmo céu de quando nos conhecemos. Lembro que queríamos uma noite rodeada de brilho, estrelas, mas apareceram algumas e tampadas por aquela neblina. Brinquei que poderia chover e acabar com meu penteado e você, sorriu, comentei do meu poder sobre a chuva e então ficamos a esperando. Não choveu.Nossa amiga em comum comentou comigo no dia seguinte que não devíamos ter nos conhecidos. Nunca entendi porque nossa relação sempre pareceu ser bem mais do que foi, uma semana parecia um mês, eu tinha a sensação que te conhecia a séculos.Sempre fomos algo desconhecido, sem nome. Em uma das nossa últimas conversas você comentou que éramos um tipo de amigos, mas qual? Nunca soube. Eu sabia desde o início que de alguma forma seria eu a estragar tudo isso, a me arrepender, a escrever, a ter saudades absurdas, mas eu sou impulsiva demais e previsível. Você assistiu tudo, viu tudo acabar e viu também eu querer voltar, e leu, leu tudo que escrevi para ti. Eu sinto sua falta e não carrego mais nenhuma forma de dizer.Há dias me controlo para não vir aqui e dizer qualquer coisa sobre nós, qualquer coisa, eu e essa mania de achar que pode mudar tudo. Mas não sei, não sei o que me fez falar tudo isso, porque nunca soube formular direito meus sentimentos mais agora eu sei. No nosso último encontro eu te abracei muito forte, muito mesmo e recordo que pensei no momento em que te sentia “o melhor abraço do mundo”, e você não disse nada.Não sei se irá compreender, mas parecia que meu corpo pressentia, mas minha mente não acompanhava, era um abraço de despedida, de quem tenta me mostrar o que é o certo e o lado bom da vida, mas estou conseguindo me afastar dessas lembranças, só que ás vezes, não tem como, eu me deixo levar e fico lembrando de como era bom.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Não dava pra dormir.
Havia muitos sentimentos transbordando e fechar os olhos provocava aquela inundação indesejada.
Tanta coisa está se passando...Até minha fiel companheira, a caneta, foge de mim.
Não é bem a caneta que foge, são as coisas a serem escritas por ela.
Você já teve um sentimento sem nome?
Pois me explica, eu tenho tantos... quero entendê-los. Eu já nem me entendo. Não sei mais o que quero.
Acho que quero tanta coisa, que o que eu quero nem existe mais!


sábado, 5 de março de 2011

Fiquei tão só, aos poucos. Que as vezes, nos fins de semana principalmente, tiro o fone do gancho e escuto, para ver se não foi cortado. E Não foi.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Somos quem podemos ser,sonhos que podemos ter..lalala...Os versos da música "Somos quem podemos ser" do Humberto Gessinger soa contempôranea ainda nos dias atuais,isso por que o ser humano insiste em expressar suas vaidades, fraquezas em atitudes que muitas vezes soam contraditórias demais,se não bastasse a correria frenética do cotidiano de quem muito tem a fazer ainda somos obrigados a lidar com situações que soam no mínimo patéticas demais,de um lado pessoas incríveis que realmente agregam a diferença ao conhecimento muito além do universo da sala de aula enquanto que outras insistem em ser apenas mais uma figura caricata de sua insignificância,por que existe algo pior do que uma pessoa vazia, amarga e limitada em um universo que se resume a sorrisos irônicos, caras e bocas que ao meu ver deixam qualquer artista de um circo renomado no chão de tamanha cena criada por tais figuras,cabe a cada um de nós criarmos um meio confortável de lidarmos com a diferença tão presente entre nós meramente "Mortais", ou , eu poderia me julgar acima do bem e do mau?.Por que a partir do momento em que me julgo superior em sei lá o que, passo a acreditar que certamente faço a diferença..Pois é,existem pessoas assim nesse mundo com todas essas características que ao meu ver soam negativas demais a tal ponto de em alguns momentos me levarem a um questionamento momentâneo sobre tais atitudes..Ok, será que as mesmas precisam de "Cena" pra darem aqueles sorrisinhos sarcásticos ou então aqueles olhares que dizem tudo e ao mesmo tempo não dizem nada...E láia e eu que pensei que isso só existisse na ficção mas não, existe no plano real nem que o palco seja no cotidiano de pobres mortais como nós,eu particularmente procuro me relacionar bem com todo mundo na medida do possível, acredito que todos nós podemos de alguma maneira contribuir pra existência do outro sem aumenos enchergar vantagens, futilidades e tantos outros enganamentos que possam existir pra classificar aquele ou aquela pessoa próxima a nós..A amizade é algo a ser conquistado é claro,sentar em uma mesa de bar,pegar um cinema,receber amigos em casa necessitam de alguns critérios de afinidade,claro que quando não se existe essa afinidade aumenos o respeito ou melhor a sensatez devem fazer parte do roteiro daqueles que insistem em fazer de suas vidas um verdadeiro acontencimento mesmo que seja em sorrisinhos irônicos, conversinhas medíocres e sei lá o que...Nesses meus 25 anos aprendi a lidar com a diferença com uma maestria imensa, aceito as diferenças numa boa e faço por onde pra conviver na mais perfeita sintonia com todos que me cercam é claro que guardadas as devidas proporções,Pois é, não vou ser hipócrita de dizer que acho tudo e todos perfeitos assim como tantos por ai, tenho as minhas escolhas e delas as transformo em conquistas e as minhas amizades são conquistas verdadeira que vão muito além de comentários venenosos,autoafirmações baratas ou ceninhas de teatro.Isso cansa sabia?Cansa por soar falso demais, é tanta cena que a gente vê por ai que esses talentos deveriam estar na novela das nove e ai quem sabe essa auto afirmação falsa faria sentindo, já que uma boa ficção necessita de elementos que muitos por ai esbanjam com uma criatividade invejável....A tela da Tv Brasileira ainda é pouco pro talento dessas pessoas, talvez a tela do cinema conseguisse captar os tais talentos em sua essência teatral....Ops!!!Me divirti demais ao escrever esse post...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011






Algo batia forte no meu peito. Eram as palavras pedindo para serem ditas,


declarações controladas pela situação.Ao teu ouvido, dizer as mais sinceras palavras.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver. Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existência as mais diversas formas de sementes. Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe... Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!" Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura. Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos! Infelicidade, talvez seja o contrário. O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã! Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas. Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores... Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa. Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam... Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem... Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena... Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade... Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo. Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo. Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz. Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida. Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito... A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..." Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões. Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma. Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar...

Padre Fábio de Melo

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Sabia que acho fascinante conhecer coisas especiais em cada pessoa? Por isso é tão bom conhecer pessoas novas. Os amigos de longa data quase já os conhecemos de cor e a nossa história quase se mistura com a deles. É a maratona da amizade. Quando nos ligamos a alguém que era desconhecido, há como que um salto em altura.\0/\0/ Gosto de te ter na minha vida, amigo novo. Um amigo novo faz a gente pensar em nós, em quem somos para nos apresentarmos e no que gostamos mais para poder partilhar. Depois, há o encontro de idéias, pensamentos, palavras.Gosto de aprender algo de novo todos os dias e um amigo novo ensina muitas coisas. Faz a gente pensar em coisas vendo de outra forma. Faz imaginar outros mundos com as suas vivências pessoais. Ensina a gostar de outras músicas, outras leituras e outros prazeres.É preciso ter muito cuidado com as amizades nascentes porque, não conhecendo bem o amigo novo, podemos melindrá-lo sem querer. Fazemos apenas parte do seu presente. Não sabemos do seu passado nem dos momentos felizes nem das mágoas que carrega consigo. Por isso, amigo novo, fala comigo sem reservas mentais. Abre o teu coração como as folhas dum livro ainda por preencher. Se te magoar, perdoa-me, mas não deixe que mal entendido possam turvar as águas desta amizade nascente.Quando quiser já sabe onde me encontrar. Quando precisar chama por mim. Logo que eu puder responderei ao teu apelo.
Um abraço!!!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011


Adoro essa música!!!